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    Aqui vou compartilhar tudo que me faz sentir, me faz sorrir, me faz pensar
    e me faz escrever, através das minhas crônicas. Espero que gostem, e só
    fará sentido para mim se fizer sentir em vocês.

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Primavera

 Se as estações fossem  parte de nós, e acredito que são, a Primavera certamente seria o sorriso que floresce como flor em uma suave tarde de calor. A Primavera é renovação, é cheia de cores, amores e emoções. No Verão voamos, no Outono reciclamos, no Inverno nos fechamos e na primavera desabrochamos. Que a alegria floresça nos galhos que antes eram dor e que frutos e flores de paixões perfumem e deem cor a uma nova e linda estação, a estação do Amor...Bem-vinda!

Escrita dia 23/09/2015 às 23h57

domingo, 20 de setembro de 2015

Aos Farrapos


Alguns não entendem, outros admiram e todo o resto, concentrado nessa pequena querência de planícies e serras, sente orgulho. 

Acho admirável toda beleza natural Nordestina, a vida movimentada do Sudeste, os pratos incríveis do Norte, acho admirável no Sul, a limpeza e seriedade do Paranaense assim como é lindo de ver a simplicidade do Catarinense, mesmo possuindo tanta beleza em suas praias. Admirar as diferenças é  justamente o que me faz ter orgulho de ser gaúcha, porque ninguém gosta mais de ser diferentes do que a gente. Quando digo diferente, não digo melhores ou piores, digo apenas diferente, porque gostamos, lutamos e defendemos uma identidade. Ser gaúcho é muito mais do que andar a cavalo, fazer um bom churrasco, vestir-se de prenda e tomar chimarrão, ser gaúcho é muito mais do que falar “Tchê”, “Tri legal”, “Capaz”, “Tu” e todas as inúmeras variações do nosso tão famoso “Bah”.  Ser gaúcho é cultivar a tradição, é passar de pai para filho, mesmo sem nunca ter pisado em um CTG  ( Centro de Tradições Gaúchas ), ser gaúcho é ver uma criança cantar “ Foi o 20 de Setembro o precursor da liberdade”, com a mão no peito e orgulho nos olhos, mesmo sem ainda entender o que isso quer dizer, ser gaúcho é defender a nossa bandeira, ser gaúcho,  é não apenas cantar que “Nas minhas veias escore o sangue herói de farrapo” mas ter realmente esta bravura nas veias de um povo que morre e luta todos os dias mesmo sem guerra. Talvez um dia eu saia do Rio Grande, mas jamais o Rio Grande de dentro de mim, pois como disse Teixeirinha “Meu coração é pequeno, porque Deus me fez assim, o Rio Grande é bem maior, mas cabe dentro de mim”.

Dedicada a tradição.

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Oiiiiii Pessoal!


Diversão da madrugada do feriado, escrever para nós com Twix! 

Hoje vou escrever aqui, às vezes é no celular e outras no primeiro papel que estiver a mão. Logo logo uma crônica nova. Se tiverem temas dos quais gostariam que eu escrevesse, me mandem neste post, por mensagem, e-mail ou pelo canal que ficarem mais à vontade, mas mandem, prometo escrever assim que que a inspiração surgir...
Obrigada e ótimo início de 7 de Setembro para todos!!!! 

Beijoca

sábado, 5 de setembro de 2015

Amor com cheiro de mar


Quantos amores puros você já viveu? Será que você já amou? Certamente todos vocês já disseram "eu te amo" e também tenho certeza que todos já se pegaram a pensar ou questionaram-se se isso realmente era amor! Falar sobre amor não cansa, porque sempre tem assunto, sempre tem quem me inspire a falar mais sobre isso. Quando bem jovem, ainda com a pureza de quem não conhece o mundo, as mentiras, a malandragem, eu tive o prazer de amar, de amar de verdade, digo de verdade porque nessa idade amamos de forma desprovida de desejo, de truques, de manejos, apenas amamos, choramos de verdade e sem vergonha de transbordar a dor de nem entender o porquê. Durante o passar da vida, outros chamados amores surgirão com enredos, música, cheiro e encontros marcados. Mesmo assim existe um amor do qual a gente nunca esquecerá e em dados momentos da nossa trajetória nos fará pensar em como teria sido se tivesse acontecido, mas ele aconteceu, houve entrega, momentos únicos compartilhados, carinhos sem ao menos tocar, parceria, histórias para contar, teve cheiro de amor teve cheiro de mar, teve vida, teve e terá sempre no que pensar. Esse amor sublime nunca morrerá, mesmo que assim, meio utópico, separado por um mundo de encruzilhadas... sentiremos sempre esse grande amor, se mais nenhum brotar, teremos sempre este para recordar!


Escrito dia 3/9/2015 às 23h48.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

A Era do Medo


Após muito estudo, descobriu-se que cada fase desde que o mundo existe foram denominadas em Eras. A primeira era Geológica foi a Era Arqueozoica, caracterizada pela formação da crosta terrestre. A segunda foi a  Era Proterozoica,  caracterizada por uma grande atividade vulcânica, que desencadeou o deslocamento do magma, nos trazendo depósitos de minerais metálicos e também conhecida pelo surgimento das primeiras formas de vida. Terceira, e bem lembrada, Era Paleozoica, nela surgiram a formação de grandes florestas e os primeiros insetos. Quarta, a Era Mezozoica, responsável pela origem de grande parte das jazidas petrolíferas, surgimentos dos dinossauros e primeiros mamíferos. Quinta e de grande importância, Era Genozoica, determinada por grandes mudanças na crosta terrestre, formação de oceanos e continentes, surgimentos de outras espécies de animais e do Homem. E se estiverem perguntado-se o por quê deste relato sobre Eras, lhes digo que estamos vivendo a sexta, a Era do Medo, e não vou classificá-la como "Medozoica", pois esta terminologia seria útil se me referisse a vida, mas me refiro ao o que o surgimento Homem (Homo sapiens) nos trouxe. Depois do nosso surgimento, muitas coisas evoluíram, como a tecnologia e a ciência por exemplo, mas o Homem não, pelo contrário, regrediu. Em um dado momento, matávamos para sobreviver, atualmente os homens matam por prazer, por doença, por maldade ou simplesmente por motivo nenhum. Nos mantemos o tempo todo em estado de vigília, nos privamos do vento no rosto porque as janelas devem estar sempre fechadas, nos aprisionamos às grades, alarmes, telas, cercas e etc pois até nossa sombra nos causa assombro. Nesta era o Homem mata homem, mata os princípios, mata a natureza, mata a construção da família, mata os sentimentos, o sentido da vida e a esperança em um dia melhor. Foi preciso 5 Eras, cerca de 4 bilhões de anos, para construir o que temos hoje, e apenas uma para exterminar com tudo, a "Era do Medo" a era do Homem!!!




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